Seguinte: 1 – Introdução


O Que Há de Errado com a Política? (Fundamentos para uma Verdadeira Democracia)

Nota para a versão atual (para a Internet): No presente momento, esta é a obra fundamental sobre o Humanitarismo. Em seus capítulos está exposta, ainda que sinteticamente, as bases da filosofia social denominada de Humanitarismo. A obra está sendo revisada. O Capítulo 9 da edição original foi retirado por tratar especificamente da Sociedade Humanitarista no Brasil, a qual teve suas atividades encerradas vários anos atrás. Em lugar desse capítulo estão sendo preparados alguns anexos que tratarão do Humanitarismo em seu presente estágio de desenvolvimento, como uma filosofia e como um movimento social.


O Que Há de Errado com a Política?
(Fundamentos para uma Verdadeira Democracia)

Arnaldo Sisson Filho

 

Roda e Cruz
Editora


Edição Atual com Vários Capítulos Revisados e Futuros Anexos:
O Que Há de Errado com a Política?
(Fundamentos para uma Verdadeira Democracia)
3º edição, sendo revisada, publicada na Internet em 2020.

Dados da Primeira e Segunda Edições:
O Que Há de Errado com a Política?
1º edição, Editado pela SHB (Sociedade Humanitarista no Brasil) Porto Alegre, 1994. 107 pp.
O Que Há de Errado com a Política?
2º edição revisada, publicada na Internet em 2009.

 


Citações Iniciais (Portada)

Novos Resultados Exigem Procedimentos Ainda Não Tentados
       “Seria algo insensato, em si mesmo contraditório, estimar poder ser realizado o que até aqui não se conseguiu fazer, salvo se se fizer uso de procedimentos ainda não tentados.” [Francis Bacon, Novum Organum: Instauratio Magna (Novo Instrumento: A Grande Renovação)]

Ciência Exige Ser Guiada por uma Razão Reta e pela Verdadeira Religião
       “Se se objetar com o argumento de que as ciências e as artes se podem degradar, facilitando a maldade, a luxúria e paixões semelhantes, que ninguém se perturbe com isso, pois o mesmo pode ser dito de todos os bens do mundo, da coragem, da força, da própria luz e de tudo o mais. Que o gênero humano recupere os seus direitos sobre a natureza, direitos que lhe competem por dotação divina. Restitua-se ao homem esse poder e seja o seu exercício guiado por uma razão reta e pela verdadeira religião.” [Francis Bacon. Novum Organum: Instauratio Magna (Novo Instrumento: A Grande Renovação). Nota: Organum – 1) conjunto de princípios para uso em investigação filosófica e científica; 2) conjunto de obras de Aristóteles sobre a lógica e a arte de filosofar]

O Papel Decisivo das Elites
       Os grupos de consciência social mais abrangente (as chamadas elites) possuem um papel decisivo no desenvolvimento dos processos sociopolíticos em geral, fato que lhes imputa uma enorme responsabilidade, a qual quase sempre não é suficientemente bem reconhecida. Philip Converse assim se referiu a essa imensa responsabilidade:     .  “Os amplos contornos das decisões da elite ao longo do tempo podem depender de uma maneira vital das correntes naquilo que é vagamente chamado de “a história das ideias”. Tais decisões por sua vez têm efeitos sobre a massa de cidadãos mais comuns. Mas, de qualquer participação direta nessa história das ideias e no comportamento por ela moldado, a massa é notavelmente inocente.” [Philip Converse. The Nature of Belief Systems in Mass Publics (A Natureza dos Sistemas de Crença na Massa)]

Acima de Todas as Coisas Ensinem a Doutrina dos Níveis Espirituais
       “Vejam que acima de todas as coisas vocês ensinem a doutrina dos graus ou níveis espirituais. Os cristãos cometeram um sério erro ao requerer a mesma regra de todas as pessoas. Esses níveis são como degraus por meio dos quais se ascende do mais baixo para o mais alto. Eles são, propriamente, graus ou níveis espirituais, e não guardam qualquer relação com a condição externa da vida. Como todas as demais doutrinas, aquela das castas foi materializada.” [Anna Kingsford. Clothed With the Sun. Being the Book of the Illuminations of Anna Kingsford (Vestida Com o Sol. Sendo o Livro das Iluminações de Anna Kingsford)]

I Ching: 10 – Lu (A Conduta e as Diferenças de Nível)
     “Imagem: Acima o céu, abaixo o lago:
     A imagem da CONDUTA (Trilhar).
     Assim o homem superior discrimina entre o alto e o baixo,
     E fortalece desse modo a mente do povo.
     O céu e o lago evidenciam uma diferença de altitude inerente à essência dos dois, e que, por isso, não desperta inveja. Assim também entre os homens há, necessariamente, diferenças de nível. É impossível chegar a uma igualdade universal.
     Porém, o que importa é que as diferenças de nível na sociedade não sejam arbitrárias e injustas, pois nesse caso a inveja e a luta de classes inevitavelmente se seguiriam.
    Se, ao contrário, às diferenças de nível externo corresponderem diferenças de capacidade interna, e o valor interno for o critério para a determinação da hierarquia externa, a tranquilidade reinará entre os homens e a sociedade encontrará ordem.” [Richard Wilheim, I Ching (Livro das Mutações)]

Fraternidade Universal: É uma Lei na Natureza
       “A Fraternidade constitui, em sua plena acepção, uma Lei na Natureza. Não se pode deixar de enfatizar suficientemente esse ponto. Constitui o objeto do nosso trabalho que a Fraternidade passe a ser algo prático na sociedade, e nunca se tornará prático até que as pessoas compreendam que é uma Lei, não apenas uma aspiração. Quando descobrimos uma Lei na Natureza, não mais lutamos contra ela. Prontamente nos acomodamos no novo conhecimento e nos adaptamos às condições então compreendidas. Contudo, a Fraternidade é tão pouco conhecida em nosso mundo.” (Annie Besant. A Vida Espiritual)

Dessas Diferenças Surgem Todas as Possibilidades de uma Sociedade Ordenada
       “O grande princípio (ou lei) da Reencarnação corre parelho com o princípio (ou lei) da Fraternidade, porém isso ocorre se o aplicamos e o convertemos em uma coisa positiva na vida quotidiana. Porque dessas diferenças de idade surgem todas as possibilidades de uma Sociedade ordenada e feliz.” (Annie Besant. A Fraternidade Aplicada às Condições Sociais)


ÍNDICE DOS CAPÍTULOS
1 – INTRODUÇÃO
2 – UNIDADE SUBJACENTE À HUMANIDADE
3 – DIFERENÇAS DE CAPACIDADE ENTRE OS SERES HUMANOS
4 – LIBERALISMO: PREMISSAS E SISTEMA POLÍTICO
5 – FALHAS DOS ATUAIS MODELOS DA DEMOCRACIA LIBERAL
6 – FALHAS DO MARXISMO: PREMISSAS E MODELO DE ORGANIZAÇÃO
7 – OS PROBLEMAS MUNDIAIS E OS MODELOS POLÍTICOS DOMINANTES
8 – A DEMOCRACIA DO FUTURO
9 – BIBLIOGRAFIA

Seguinte: 1 – Introdução