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9 – A SOCIEDADE HUMANITARISTA E A IMPORTÂNCIA DA COOPERAÇÃO (NÃO REVISADO)

 

“De cada um segundo suas capacidades,

a cada um segundo suas necessidades.”

 

A Responsabilidade da Cooperação

 

            Em vista da seriedade e da brutalidade da atual situação mundial, muito especialmente a situação dos países pobres (ditos subdesenvolvidos), é muito evidente a responsabilidade de toda e qualquer pessoa capaz de alguma ação inegoísta no sentido de fazer aquilo que estiver ao seu alcance, por pouco que seja, visando cooperar com atividades que promovam melhoramentos eficazes das condições miseráveis nas quais padecem tantos e tantos seres humanos.

            O Humanitarismo, enquanto doutrina sócio-política, afirma de forma categórica a existência de capacidades suficientes dentro da família humana para superar esta atual situação de miséria e desespero. A própria palavra – humanitarismo – procura aludir a esta presença de forças beneficentes em quantidade suficiente dentro da humanidade. Ela é uma afirmação vigorosa a respeito da existência destas forças benignas dentro da humanidade. Mas não é uma afirmação ingênua ou romântica, que desconhece o fato de que a maioria dos seres humanos ainda é preponderantemente egoísta. Já enquanto um movimento, o Humanitarismo é uma tentativa prática de demonstrar a viabilidade da superação da situação atual, bem como de auxiliar substancialmente nesta tarefa.

            Embora afirme que a responsabilidade pela situação atual seja dividida por todos os seres humanos, o Humanitarismo também afirma o fato de que esta responsabilidade não toca a todos com igual peso (em vista da diversidade de capacidades entre os indivíduos). Ela é muito maior no caso das pessoas que se

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encontram em condições mais favoráveis e no caso das pessoas que possuem maior capacidade de compreensão. Estas pessoas de maior capacitação somente encontrarão paz e felicidade em suas vidas na medida em que responderem apropriadamente a esta responsabilidade.

 

A Necessidade da Cooperação

 

            Neste sentido, há um fato decisivo que deve ser ponderado e refletido com muito vagar. Este fato é a necessidade de uma ação cooperativa entre muitas e muitas pessoas, todas trabalhando em prol deste objetivo de superação das reais causas geradoras da situação atual. Como mostramos, o domínio das gigantescas organizações é uma característica central do mundo de nossos dias, para o bem e para o mal. E somente a união ou a cooperação inteligente de um número maior ainda de pessoas é que poderá, algum dia, fazer frente ao poder, hoje sem rival, das grandes organizações.

            É necessário que se compreenda que organizações que se dediquem a problemas específicos jamais serão suficientes. Na verdade, ao fragmentarem as forças que deveriam necessariamente estar unidas, estas organizações tornam-se parte do problema que elas mesmas procuram resolver. Isto porque elas dividem e assim enfraquecem os recursos e as energias escassas, os quais apenas estando unidos podem gerar o poder suficiente para uma transformação realmente eficaz.

 

O Efeito Nocivo das Organizações Parciais

 

            Os vários problemas específicos a que estas organizações fragmentárias se dedicam somente poderão ter solução efetiva quando um grande número de pessoas reconhecerem a necessidade de uma solução global e, portanto, se reúnam em uma organização que englobe e contemple como um todo a solução destes vários problemas específicos (a exemplo das causas da superação da miséria e da fome, da igual dignidade das mulheres, dos direitos dos povos indígenas e de todas as minorias étnicas e de outros tipos, da conservação do ambiente natural, da proteção aos animais etc.).

            Do contrário, ao promoverem a fragmentação, estas organizações isoladas alimentam a própria causa dos males que elas procuram combater. Transformam-se em causas combatendo os seus próprios efeitos, numa espécie de círculo vicioso que não poderá jamais alcançar os objetivos visados. Isto

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porque, conforme apontamos, a falta de uma força ou poder que possa fazer frente às grandes organizações é uma das causas principais de todos os males específicos da situação mundial atual.

 

A Necessidade de Um Exemplo Prático

 

            Além desta necessidade de que seja formada uma grande organização de caráter global, existe também a necessidade de que esta organização exemplifique praticamente uma solução para a outra causa principal dos problemas atuais que, como vimos, é a inexistência de um bom processo de seleção dos dirigentes. Uma organização forte mas mal dirigida também se converterá em uma causa a combater os seus próprios efeitos. Estes dois aspectos em conjunto são condições necessárias para a superação do quadro atual.

            A Sociedade Humanitarista foi criada para ser uma organização com estas características. De um lado, é uma organização de caráter global e, de outro, ela corporifica na prática um competente e justo processo de escolha de seus dirigentes. Ela visa oferecer, portanto, não um mero paliativo, mas uma solução real, que combata as verdadeiras causas dos vários problemas específicos.

            A Sociedade Humanitarista nasceu para ser uma organização internacional, embora seu primeiro ramo tenha surgido no Brasil (a SHB – Sociedade Humanitarista no Brasil). A SHB foi fundada em 20 de julho de 1986, na cidade de Porto Alegre, como uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem seu Estatuto registrado nesta mesma capital, o qual, como dissemos, exemplifica concretamente o novo processo de seleção dos dirigentes que o Humanitarismo propõe.

 

Difusão de Novos Valores e Idéias

 

            Suas linhas básicas de atuação desenvolvem-se ao redor de três eixos ou colunas principais. O primeiro é o da Cultura, entendida no sentido da criação de oportunidades para o desenvolvimento das capacidades humanas, tanto em termos técnicos, quanto (e principalmente) em termos da transmissão de valores éticos derivados dos princípios do Humanitarismo. Esta primeira linha implicará em reuniões, livros, cursos, palestras etc. Estes deverão ser adaptados aos diferentes níveis de capacitação pessoal, sem comprometimento das verdades fundamentais expostas pelo Humanitarismo, do mesmo modo que o ensino das quatro operações não compromete a verdade da álgebra ou do cálculo superior.

 

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A Política Como Instrumento de Transformação

 

            O segundo eixo é o da Organização Política no sentido restrito da formação de um movimento político humanitarista, o qual poderá implicar inclusive na futura formação de um partido político. Nos primeiros tempos este movimento servirá mais para divulgar amplamente as idéias do Humanitarismo, do que como uma alternativa real de transformação social. Mesmo assim sua importância não é pequena, pois há poucos instrumentos mais eficazes para a difusão de idéias do que um partido político.

 

A Economia Como Instrumento de Transformação

 

            O terceiro eixo é o das Atividades Econômicas Visando (a prática efetiva do) Auxílio Mútuo. Concretamente, objetiva-se a criação de vários empreendimentos e organizações econômicas, todas pertencentes ou ligadas à Sociedade Humanitarista. Estas empresas deverão por em prática nas relações de trabalho os princípios do Humanitarismo, criando oportunidades para que muitos possam ganhar a vida retamente, ao mesmo tempo em que auxiliam a promoção de uma causa da maior importância. Estas atividades serão geradoras de bem-estar tanto para os trabalhadores diretos, quanto para todos os associados que terão acesso a muitos bens e serviços a preços muito reduzidos, através de descontos etc.

            Serão empreendimentos tais como editoras, escolas, muitos serviços, e mesmo indústrias e produção agrícola, que serão criados à medida que a Sociedade Humanitarista for se desenvolvendo. Estas empresas poderão tanto gerar recursos para a promoção dos ideais humanitaristas, quanto aproximar e viabilizar a cooperação de muitas pessoas que de outro modo dificilmente se aproximariam da Sociedade Humanitarista. Estes empreendimentos não deverão produzir ou explorar serviços e produtos supérfluos, obedecendo ao princípio ético de que o luxo transforma-se em algo indevido quando muitos não dispõem sequer do essencial na vida.

 

Unidade na Diversidade

 

            O lema da Sociedade Humanitarista é UNIDADE NA DIVERSIDADE. Seu símbolo é uma figura humana com os braços abertos, simbolizando a

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irmandade de todos os seres humanos. As cores da Sociedade Humanitarista são o branco, o azul, o verde e o vermelho. O branco simbolizando a unidade, a integração de todas as cores. E as cores azul, verde e vermelho (que são as cores primárias do espectro-luz) simbolizando a diversidade. Das combinações destas três surgem todas as outras cores, como no exemplo de uma televisão a cores.

 

A União Faz a Força

 

            A Sociedade Humanitarista, conforme indicam seus símbolos e suas atividades propostas, tem como objetivo concreto integrar cooperativa e harmoniosamente um grande número de pessoas. Estas isoladamente, ou divididas em pequenas organizações, muito pouco poderiam fazer de realmente transformador neste mundo, regido por gigantescas organizações de cunho privatista, isto é, que visam lucros privados, interesses grupais, corporativos, sectários, regionais, nacionais etc.

            A Sociedade Humanitarista afirma e visa demonstrar praticamente que os seres humanos são capazes de cooperar harmoniosamente, desde que organizados inteligentemente, ou seja, sobre os fundamentos de princípios simples e verdadeiros. Não há nada de novo neste propósito. As antigas tradições religiosas já nos transmitiram esta orientação e este ensinamento, a exemplo da seguinte passagem dos antiqüíssimos Vedas:

“Pequenos esforços engenhosamente combinados

Tornam-se extraordinariamente poderosos.

Elefantes furiosos são amarrados

Por um cordão de fibras de grama entrelaçadas.”

 

Os Princípios Fundamentais

 

            Como uma doutrina ou como uma filosofia sócio-política o Humanitarismo está fundamentado em apenas quatro grandes e simples princípios, cuja importância os capítulos anteriores procuraram demonstrar. Estes princípios foram apresentados na Introdução, mas cabe repeti-los:

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1 – Todos os seres humanos constituem uma FRATERNIDADE.

2 – Todos os seres humanos possuem uma mesma origem e uma mesma natureza essencial e, portanto, IGUAL VALOR.

3 – Não obstante a sua unidade e igualdade essenciais, os seres humanos apresentam CAPACIDADES DIFERENCIADAS.

4 – Em vista destes princípios, a norma que deve presidir a justiça e a harmonia possível entre os seres humanos é a da IGUALDADE DE OPORTUNIDADES para o desenvolvimento de suas capacidades individuais diferenciadas.

 

Uma Deliberada Simplicidade Doutrinária

 

            As pessoas que se associam à Sociedade Humanitarista declaram sua adesão tão somente a estes princípios, intencionalmente simples, uma vez que esta organização visa demonstrar, na prática, a possibilidade de uma cooperação e de uma convivência harmoniosa entre pessoas muito diferentes, tanto em termos culturais, religiosos etc., quanto em termos de capacidades individuais, desde que elas possam concordar quanto a alguns poucos princípios amplos e universais.

            A simplicidade destes princípios fundamentais, deste modo, visa não colocar obstáculos desnecessários ao relacionamento harmonioso ou à cooperação frutífera entre indivíduos pertencentes às várias tradições culturais e de diferentes níveis de compreensão.

            Além deste objetivo de não criar obstáculos indevidos à aproximação de pessoas de diferentes tradições e capacidades, há outras razões muito importantes porque o Humanitarismo como uma doutrina busca evitar, tanto quanto isto for possível, uma desnecessária complexidade. Estas razões estão relacionadas com os perigos do intelectualismo. Isto é, com o perigo de se atribuir uma importância exagerada às atividades meramente intelectuais.

 

Os Perigos do Intelectualismo

 

            O intelectualismo é outro dos terríveis equívocos ou falsidades que dominam o mundo de nossos dias. Ele também brota muito naturalmente das visões de ser humano hoje dominantes, na medida em que elas não reconhecem claramente o fato e a decisiva importância da existência, pelo menos em uma minoria, de capacidades supra-intelectuais (de poder de conhecimento intuitivo, ou seja, de uma verdadeira capacidade de realização interior da Unidade por detrás de toda a diversidade), que são inerentes ao nível de desenvolvimento alcançado pelo menos por aqueles seres humanos de maior nível de capacidades.

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            O mundo de hoje, em conseqüência disso, valoriza e premia exageradamente o intelectualismo. Não percebendo que o conhecimento meramente intelectual, embora tendo o seu lugar e a sua importância (que não devem ser de modo algum desprezados), também apresenta severas limitações.

            O conhecimento meramente intelectual baseia-se na memória e na comparação. Ele está aprisionado, portanto, dentro do campo da dualidade e da separatividade e, deste modo, tende a negar a existência da Unidade, bem como a menosprezar ou mesmo a ignorar a existência da sabedoria, do altruísmo e da virtude genuína entre os seres humanos (ainda que estes preponderem de forma marcante apenas numa pequena minoria). Isto, por sua vez, resulta inevitavelmente em valores éticos e em concepções de deveres bastante equivocadas. Sem o claro reconhecimento da Unidade e da simultânea extraordinária diversidade de capacidades entre os seres humanos, como procuramos demonstrar antes, não existe a menor chance de soluções eficazes para os grandes problemas humanos duais, a exemplo da dualidade entre liberdade e despotismo (autoritarismo ou exacerbação da autoridade).

            Apenas por estas razões o intelectualismo deve ser reconhecido como um grave problema e como uma das grandes tragédias derivadas das falsas concepções de ser humano hoje dominantes no mundo. Como escreveu Francis Bacon, a ciência é um instrumento que pode auxiliar muito aos seres humanos e que precisa ser desenvolvida, mas ela não pode orientar, por exemplo, nem sequer o seu próprio desenvolvimento. Isto porque este desenvolvimento depende de uma clara e justa avaliação de prioridades, a fim de que se possa discernir em quais as áreas devem ser concentrados os recursos sempre relativamente escassos à disposição dos projetos de pesquisa científica.

 

A Necessidade da Verdadeira Sabedoria

 

            Esta orientação do desenvolvimento da própria ciência, portanto, depende de uma verdadeira sabedoria a qual, por sua vez, está necessariamente ligada a valores éticos. E estes valores éticos não dependem de qualquer processo meramente mecânico ou quantitativo, mas sim do que Bacon chamava de “uma outra ciência”, estes valores dependem de processos de natureza interior ou intuitiva (do latim in-tueri, isto é, olhar (tueri), sobre ou para dentro (in)) ou, se quisermos usar as palavras do próprio Francis Bacon, dependem da “contemplação e da meditação”.

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            Esta verdadeira sabedoria que é capaz, por exemplo, de discernir com segurança as prioridades, não pode existir sem noções éticas, e estas por sua vez só podem ter como fundamento seguro e real a fusão entre conhecimento e virtude, isto é, o genuíno altruísmo etc. Esta fusão implica numa transcendência da dualidade e da separatividade, que são características essenciais do conhecimento meramente intelectual. Isto porque o conhecimento intelectual está baseado na comparação, na memória, no dualismo – razão pela qual os filósofos gregos o chamaram de “di-alética”, ou seja, processo de conhecimento que implica em separar a alma em duas partes, pois toda a comparação implica em duas partes.

            Estes limites do conhecimento intelectual tornam-se claramente perceptíveis ao observarmos o fato de que todo conhecimento intelectual é como um instrumento, o qual pode ser usado tanto para construir quanto para destruir, tanto para curar quanto para ferir, tanto para o bem quanto o para o mal. A sabedoria necessita vitalmente, deste modo, da superação desta dualidade, isto é, necessita da realização da Unidade. E também por esta razão a afirmação filosófica da Unidade é um conceito essencial do Humanitarismo.

            Para muitos estas questões acima serão excessivamente abstratas, o que é perfeitamente normal. Mas quase todos podem perceber que os estudos e as discussões meramente intelectuais tendem a se encerrar em “torres de marfim”, produzindo uma sofisticação lingüística cada vez mais complexa, nas quais se estabelece com extraordinária facilidade uma desproporcional ou excessiva importância às atividades e disputas intelectuais, quase como se fossem um fim em si mesmas.

            O resultado disto, ainda que inconsciente, como é tão fácil de constatar em alguns casos, é um descolamento, uma alienação, um perder de vista da relação com os problemas mais urgentes e que mais atormentam o mundo. É bem ilustrativo o fato de que os homens conseguiram resolver tantos problemas muito sofisticados, como aqueles das viagens espaciais, da bomba atômica, do desenvolvimento de velocíssimos computadores etc., mas não conseguiram sucesso em questões nada complexas, mas muito mais urgentes, como a simples alimentação ou a moradia para todos os seres humanos. Se isto não é uma demonstração do enorme intelectualismo de nossa época, então o que poderá ser?

            Este segundo aspecto da opção por uma relativa simplicidade doutrinária, portanto, prende-se ao fato de que há graves e urgentes problemas, dos quais a nossa atenção não pode ser desviada. Este desvio implica na quase certeza de uma

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perda do senso de prioridades, de quais são os problemas que devemos resolver em primeiro lugar. Há a necessidade de alguma elaboração intelectual ou doutrinária, é claro. Como há a necessidade de mapas. Mas são tão graves os problemas que desafiam a humanidade de nossos dias, tão vastas as suas conseqüências, que se faz necessária uma especial ênfase na solução efetiva de problemas simples, porém absolutamente prioritários. E para facilitar uma ação cultural, política e social radicalmente diferente, isto é, comprometida com a solução consistente dos mais urgentes problemas humanos é que o Humanitarismo optou por uma voluntária simplicidade doutrinária, que diminua os riscos do intelectualismo – de se atribuir exagerada importância à sofisticação intelectual e ao mero acúmulo de conhecimentos.

 

Uma Rara Oportunidade de Cooperação

 

            Aquelas pessoas que compreenderem a importância dos princípios do Humanitarismo para o bem-estar de toda a humanidade, e, sobretudo, para o bem-estar dos países e das populações mais pobres deste mundo, não poderão deixar de sentir a seriedade do apelo aqui feito sobre a importância de darem a sua cooperação, dentro de suas próprias capacidades, grandes ou pequenas, ao trabalho da organização ímpar no mundo que é a Sociedade Humanitarista.

            As pessoas que concordarem com o que aqui foi transmitido, que graças a esta visão passarem a entender melhor a vida social, política e econômica de seus países e do planeta e, portanto, passarem a entenderem melhor a sua própria vida e o seu próprio lugar dentro da realidade social, não continuarão a apoiar posturas, discursos e organizações medíocres e geradoras de mais miséria no mundo. Estas pessoas não poderão deixar passar a oportunidade raríssima de auxiliar nos momentos iniciais e mais difíceis da trajetória do Humanitarismo e da Sociedade Humanitarista. Elas refletirão sobre a pobreza de uma vida que não encontrou um movimento com o qual cooperar que vá até as causas, que não fique nas conseqüências, nos efeitos dos problemas mundiais. E com

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imensa alegria elas compreenderão e responderão de forma positiva e prática à importância desta cooperação.

            Desde logo manifestamos o nosso sincero respeito aos que não puderem concordar com as visões que aqui foram expostas. Também solicitamos que, se isto for possível, nos apresentem suas críticas e sugestões, pelo que ficaríamos muito agradecidos.

 

 


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